domingo, 6 de fevereiro de 2011

Auto-destrutiva

   Engolia o medo, procurava as criticas, sonhava coisas impossíveis, isso me angustiava. Cavava o buraco para me enterrar dentro, colocava os fones de ouvido pra não ouvir o mundo.
   Resolvi seguir o caminho errado, chorar sem motivo, bancar a rebelde, fugir de casa, respirar fundo e cavar até o fim. Agora olhe para as minhas mãos cheias de lama, misturada a lagrimas, a desespero.
   Queria gritar a todo tempo, mas me contenho, me prendo a vergonha, ao medo. Encaro meus demônios e mesmo sabendo que me fazem mal os acompanho.
   Deixo exposto em meu rosto a minha tristeza, angustia e desespero. Mas ninguém parece ver nada, ignoram..

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